WarpCast 66 – Beat ‘em ups + Jogo da WarpZone


Chegou o momento de batermos um papo sobre beat ‘em up, um dos grandes gêneros dos videogames, responsável por uma verdadeira avalanche de ótimos jogos entre o final dos anos 80 e início dos anos 90. Para essa tarefa, JP Moraes, Mano Beto e Sidney Rodrigues recebem Vinicius Machado, da Pampafox, empresa responsável pelo jogo WarpZone vs the Dimension, que falou sobre o jogo recém lançado.

Então coma o frango do chão e venha ouvir!

Vitrine e edição do podcast: JP Moraes

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LINKS DO EPISÓDIO
Jogo WarpZone vs The Dimension na Steam
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WarpCast 12 – Street Fighter II
WarpCast 15 – River City Ramson
WarpCast 53 – Cadillacs and Dinosaurs

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  • Darth Paul Poor Traaais

    Ótimo cast. Mas ficou faltando falar do excelente e polêmico Vendetta (1991), sucessor de Crime Fighters (1989), ambos da Konami. Beat ‘em up pra ninguém colocar defeito, tinha de tudo um pouco: personagens inspirados em celebridades (Hulk Hogan e B.A do Esquadrão Classe A), armas, cenário interativo e inimigos que iam do comum ao bizarro; de punks drogados passando por Dominatrix de S&M, chegando nos polêmicos inimigos inspirados no filme “Loucademia de Polícia”, especificamente do “Clube Ostra Azul” (insira aqui a música tema com bongos e saxofone!) – com direito a “golpe baixo” i.e. o inimigo ficava te agarrando e simulando sexo! Isso tanto com o seu player em pé ou quando caído no chão! Isso inclusive foi motivo pra censura desse jogo na Ásia.
    Acho válida a proposta de que hoje em dia jogos desse gênero evoluíram sem perder as suas raízes. Dragon’s Crown é um exemplo ótimo, combinando mecânicas de RPG ao beat’ em up de maneira magistral.
    Ainda tenho instalado no meu PS3 o jogo “Scott Pilgrim vs. the World: The Game”, que acho outra excelente homenagem ao gênero, hoje infelizmente indisponível na plataforma da SONY por motivos que ignoro.

    Aquele abraço bem posicionado e continuem com esse trabalho fenomenal.

    • Mano, nem me fala do Scott Pilgrim pq quem jogou, jogou e não é meu caso… =,(
      Triste demais isso.

      Brigadão pelo comentário!

    • ManoBeto

      Vendetta é um clássico mesmo. O Poster da versão americana é o mais puro creme do oitenta verde.

  • Fábio Pacheco Alcantara

    Sabia que não iriam falam do ONI, que injustiça. Ele é um beat-up 3D ótimo, também é cheio de comandos especiais e personagens jogáveis diversos, liberados depois de zerar o jogo. É um jogo que poucos jogaram, ele tem para pc e ps2, no pc até hoje recebe atualizações e mods.
    Sleeping Dogs é um jogão, quem compara ele com GTA, parece que não entendeu o jogo ou não jogou. GTA tem o foco no uso de armas ao passo que sleeping dogs foca nas lutas corpo a corpo.
    Os beat-up da CPS-2 são um show, principalmente os últimos, uma pena que toda essa riqueza de jogos, histórias não ganhem continuidade.

    • Agora vc me pegou com o Oni pq que eu me lembre nao tem briga de galera, vc enfrenta 2, 3 no maximo por vez, ne? Mas minha memória pode estar me traindo.

      Abração!

      • Fábio Pacheco Alcantara

        Depende, em alguns momentos você luta com dois ou três em outros, luta em até seis. A quantidade não é tão importante e sim, como você vai lutar, fora que alguns inimigos vêm armados isso é um desafio mais alto de enfrentar eles, já que a AI deles é boa em nem sempre caem nas mesmas táticas de luta.
        Se desejar jogar com os mods avisa, te passo o link do site com os mods que deixam o jogo muito melhor é bem mais difícil.

    • ManoBeto

      Não conhecia ONI não…irei buscar. Obrigado pela indicação. Aqui como sempre, é a extensão da nossa conversa lá no podcast. Abraços!

  • Saudações Quadrinísticas, pessoal!

    Adorei o cast e meu primeiro contato com Beat’ Up foi com Double Dragon, influenciado por um primo meu. Confesso que não gostei (e nem sou tão fã da franquia assim), mas foi quando conheci Final Fight, também no fliperama, que minha jornada pelo gênero de “Briga de Rua” aconteceu, e ainda hoje é um dos meus estilos de jogos favoritos e sinto falta de jogos assim nas atuais plataformas.

    No mais, parabéns pelo cast e feliz 2020, pessoal!

    • Valeu pelo comentário, meu querido!

      Faz falta demais mas pelo menos ainda há algum movimento, ainda bem! Torço pra que o Streets of Rage 4 faça o beat ‘em up clássico entrar no radar outra vez e novos jogos apareçam. Tomara que faça um baita sucesso.

      Abração e ótimo 2020 pra vc!

    • ManoBeto

      Feliz 2020. Final Fight é a mais bela sujeira oitentista de uma geração que fedia cigarro e conhaque rs. Um grande abraço!

  • Jason Ming Hong

    Fala, galera! Aqui é o Jason do Jogando Casualmente, o podcast do jogandocasualmente.com.br. Já quero fazer o jabá no começo, porque muita gente não lê até o fim. kkk

    O que foi falado ali pelo Vinicius no fim do podcast vai de encontro comigo pessoalmente, especificamente com minha profissão.
    Sou Designer de Experiência do Usuário.

    É necessário sim pensar que existem vários tipos de jogadores, cada um com suas manias, vícios, formas de jogar, de usar os comandos do jogo, etc.
    É muito bom saber que o desenvolvimento do jogo da Warpzone foi feito pensando nisso. Há empresas que parecem não testar seu protótipo antes de lançar o jogo oficialmente, daí o resultado é que sai tudo uma droga, jogabilidade quebrada, com vários problemas de game design e você fica dependendo de update pra arrumar.

    Um lema que usamos muito no mundo de UX (user experience): Você NÃO é seu usuário. Você pode até ser um jogador (se tratando de games), mas não pode pensar apenas em você.

    Se um desenvolvedor cria um jogo e testa apenas internamente com quem colocou a mão na massa, os testes serão feitos com bastante viés e os problemas não serão encontrados. É preciso antes testar protótipos do jogo com pessoas que estão vendo de fora, ou que nem mesmo sabiam da existência do seu produto.

    Abraço, galera!