WarpCast 64 – Nintendo 64


O último episódio de 2019 precisava ser especial e já que o número é 64, não teria tema melhor que Nintendo 64. Para falar das importantes implementações desse console que ditou muitas regras seguidas até hoje, JP Moraes, Mano Beto e Óda Lemos recebem Lp Iazzetti (Canal Covil / Gamerview).

Então prepare os três braços e venha ouvir!

Vitrine e edição do podcast: JP Moraes

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  • Fábio Pacheco Alcantara

    Como eu falei no grupo, meu irmão tem o 64, ele comprou a versão do pokemon e ficava o fim de semana todo com aquele narrador berrando.
    Sobre o console, ele é bonito, certo que não é bonito como outros consoles, ele lembra algo do snes em seu formato. Já o controle acho ele uma negação, sei que hoje temos os controles do play e Xbox, ambos pegaram muito do controle do snes. O play foi lançado em 95 e o Nintendo 64 em 96, era bem possível e dava tempo repensar esse controle do 64.
    Ele está longe de ter sido um console similar ao snes, isso porque para min o 64 foi uma respostar às pressas ao play1.
    Fora isso, acho uma pena o 64 ter muitos poligonais e quase nenhum jogo em pixel.

    • ManoBeto

      A falta de jogos em pixel era por conta da transição dos jogos desta maneira para poligonais. Em compensação, hoje o nicho indie tem várias opções e para todos os gostos em pixel art.

  • Junior Xavier

    Eu era um dos estranhos que tinha o 64 na rua, felizmente tinha mais 4 estranhos que tambem o possuiam e dava pra fazer um rodizio de cartuchos.
    Abs

    • ManoBeto

      Mario Kart deveria ser o inferno na terra he he he

  • O Turok não era controlado ao mesmo tempo pelo analógico e o d-pad. O que dava era pra controlar a direção pelos botões C e mirar pelo analógico, que era como eu jogava. Ficava muito mais rápido e preciso e era quase como ter dois analógicos. Aliás jogava também o Goldeneye e Perfect Dark assim, pois não precisava forçar tanto o analógico.

    O Nintendo 64 foi o video game que mais joguei. Talvez por ter sido o primeiro que comprei de verdade, tendo economizado por muito tempo e vendido meu Super Nintendo, o que me fez ficar um ano sem vídeo game antes de poder comprar outro. Eu vivi intensamente a época, acompanhando o lançamento, jogando nas locadoras e finalmente comprando o console. Conseguir os jogos era um sacrifício, o que fazia valer cada minuto jogado. Ver jogos como aqueles rodando em casa era mágico.

    Eu gosto muito do design do Nintendo 64 até hoje. Além disso ele era feito pra ser extremamente resistente, até mais do que o Super Nintendo. Na época derrubei várias vezes ele e nada aconteceu. Comprei um há poucos dias um para dar de presente para meu irmão e mesmo com o tempo estava como novo.

    • ManoBeto

      Obrigado por nos lembrar de como era o controle do Turok. Os tiozinho as vezes viaja aqui rs

  • minha história com o Nintendo 64 é inexistente pois eu passei os anos 90 e início dos anos 2000 sem ter a menor noção que isso existia, já que tive amigos que tinham só PS1. (não cresci com games e revistas de games ;-;) tanto que realmente só descobri a existência do console com o vídeo meme da criança gritando quando ganhou ele de presente. hahahaha e pra piorar, só vi ele pessoalmente pela primeira vez nesse ano quando fui no Museu do Videogame Intinerante. (aliás, se ele passar perto de onde moram, VÃO! é bom, divertido e pelamor… sempre é ótimo ir frequentar esse tipo de ação cultural <3)

    e pelo visto, mesmo com o controle que acho bizarrísmo até hoje, a minha impressão foi tão boa que meses depois eu comprei um N64 usado com mais 3 jogos. claro que pela falta de tempo acabei nem zerando eles mas a diversão é garantida. apesar de preferir um pouco mais o PS1 ao 64 pelo fator nostalgia + quantidade de jogos, esse console da Nintendo tem motivos do porque ele é bem amado por muita gente. uma pena que por decisões burras da Nintendo que ele acabou vendo bem pouco. de todo jeito, 64 é um amorzinho que marcou muita gente. (mesmo que não tenha marcado minha infância hahaha)

    • ManoBeto

      Que Relato Alex! Mas acredito que além do seu círculo de amizade, acho que a idade conta também para você não ter conhecido na época não? Bom, antes tarde do que nunca.

  • Tiago Ramos Melo

    Tenho um N64 ainda guardado nas minhas coisas, de vez em quando eu jogo pra só pra tirar o pó dele.
    Minha história com o console aonteceu quando tava querendo outro console depois de muito tempo jogando master system e depois de ter alguns problemas no console. A maioria da minha rua estava aderindo a onda do PS1, mas meus pais compraram o N64 no crediário das Casas Bahia, e ainda por cima com o selinho da Gradiente.
    Não reclamo muito pela biblioteca de jogos, pois alguns joguei bastante tanto solo ou com a galera que juntava, principalmente “dando uns tiros” no 007 Goldeneye, roubando moedas no Mário Party ou dando socos e porradas no WWF War Zone.
    Futebol… nem me fale, pois sou um fã de ISS e joguei os 3 jogos sem parar, tanto a versão ocidental como o japonês (o Pefect Striker, que por sinal… jogava mais a versão J-League). Os jogos de corrida ficava mais no World Driver Championship pois era “quase” que um Gran Turismo pro console, além de vários como Destruction Derby e a franquia Rush, o Top Gear somente gostei do Overdrive e o Rally 2.
    Em relação aos “apetrechos”, era raro usas, pois alem de ser caros e pra alugar era muito dificil, mas conheci o rumble pak, o cartucho de memória, o GB transfer pak e aquele microfone pra jogar Hey You! Pikachu, que nunca joguei mas imagina como se matar no inglês na época.
    Foi um cast que relembrou muitas coisas, a emoção foi tanta que vou tirar do armário e voltar a jogar, parabéns aos envolvidos e sucesso em 2020!!!

    • Tiago Ramos Melo

      Falando em Turok! PENSE NUM JOGO QUE NÃO CONSEGUIA JOGAR! Joguei o primeiro e o 2, confesso que nem sabia o que fazer… foi uma tortura principalmente pra controlar o personagem, aí é o momento que o console nem ajuda, pois dificultou a minha experiência.

      • ManoBeto

        Turok era estranho no controle mesmo.

      • Pra mim era o contrário. Jogava muito bem com o analógico e botões C, inclusive colocava o mesmo tipo de controle em jogos como 007 e Perfect Dark.

  • Yordan Cavalcanti

    Sua falta de exaltação do Smash é pertubadora. Melhor jogo kkkkk. O controle para game de luta era horrivel kkkkk aliás, ele era um controle que era só jogavel por um adulto, pq ele é grandão e para mtos jogos com o direcional era bem complicado. Aliás ainda estou com meu N64 montadinho aqui e sigo jogando a veras. Tenho certeza que sou um dos melhores jogadores do minigame da chansey do pokemon stadium 2 do mundo!! Kkkk

  • O aparelho pra medir o coração não era o Wii-Dedo (Vitality-Sensor)? Joguei muito o 64 do meu vizinho. Ele era muito menos jogado do que o PS1 dele pq era realmente muito cara uma fita. 300 reais, numa época que o real era 1 pra 1 com o dólar. Hoje daria quanto? 1200 reais!
    Além do Golden Eye, Blast Corps, só lembro do Tetrisphere e do lendário Star Fox 64. Maravilhoso.

    • ManoBeto

      Blast Corps tem uma trilha sonora maneira demais!