GeekZone 44 – Top Gun


Está no ar mais um GeekZone, dessa vez para relembrar os ases indomáveis de Top Gun!
Sidney Rodrigues e JP Moraes recebem Cíntia Pudim (Pudimcast) e Filipe Pereira (Vortex Cultural/Cine Alerta) para falar deste clássico filme com muito suor, aviões e manobras improváveis!

Então, vem ouvir!

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  • Fernando Turatti

    Saudações pessoal do warpcast/geek zone.
    Algumas palhinhas sobre tecnicalidades com as quais ninguém mais se importa:
    1 – o F-14 possuía dois assentos, um para o piloto, outro para o operador de radar, uma vez que o poder de processamento da época era precário e então precisavam de um ser humano literalmente apenas para lidar com os dados fornecidos pelos sensores, essencialmente analógicos.
    2 – O MiG 28, inexistente, tem uma numeração entre dois caças soviéticos reais, o MiG-27 e MiG-29. Uma vez que o 29 era extremamente recente na época(foi introduzido em 1982 ou 83), suponho ser o MiG-27 mesmo. Quanto a exportarem armamentos, exportavam literalmente pra qualquer um que tivesse disposto a pagar, assim como a Rússia faz até hoje. O modelo MiG-27 não foi exatamente um sucesso de exportação, mas foi vendido, além dos países da cortina de ferro, para a Índia, onde se não me engano, ainda voa.
    3 – Apesar de não ter ideia de a partir de qual base voariam os soviéticos ali no Oceano Índico, também não faria qualquer sentido ser outro país, parecendo mais um clássico problema americano de geografia do que intencionalidade. A URSS não possuía qualquer MiG lançável de seus pseudo porta-aviões da época, enquanto o “porta aviões de verdade” Admiral Kuznetsov só veio a ser lançado já no final de 1985, mas viria a operar Sukhois(não MiGs) apenas alguns anos mais tarde.
    4 – Quanto aos árabes, antes do final da guerra fria eles essencialmente eram quase ignorados, tendo ascendido a posição de “vilões” justamente após a queda da URSS, não necessariamente ao seu fim, mas paulatinamente após os sinais claros de fraqueza como o muro de Berlim.
    5 – Sobre Maverick ser aluno mas já estar em missões, o ponto é que a Top Gun não é uma escola básica de aviação, ela é literalmente um treinamento para os melhores pilotos já da ativa em seus respectivos grupos aéreos de porta-aviões. Maverick assim como todos os pilotos lá presentes não tornariam-se a linha de frente da US Navy, mas de fato já eram antes mesmo de serem enviados para lá. A razão de existir da escola era para treinamentos de táticas de combate e manobras, principalmente para compensar as fraquezas, primeiro dos F-4 e depois dos F-14, ambas aeronaves com uma manobrabilidade severamente duvidosa, precisando então que os pilotos soubessem aproveitar e abusar de suas vantagens frente aos inimigos.

  • Fábio Pacheco Alcantara

    Poxa, mancada usar a versão ré dublada, he he he he.

    Olha, nunca ouvi um programa que tenha feito um debate tão legal desse filme.

    A atenção para os detalhes mais sórdidos ficou muito bom. Se for para comprar filmes com cenas legais de aviões e tudo, o filme Intruder A-6 – Um Vôo para o Inferno é muito mais legal e sem esse carnaval todo de gente bronzeada e suada.

    Olhando o filme sobre a ótica dos comentários feitos no programa, esse filme parece um clipe do vilage people in the navy. 🙂

    Sério vai ter o 2 desse carnaval todo?

    Adorei a sugestão de pauta para outros programas, podem fazer dois programas, um de filmes pró e outro de filmes contra guerra e todo seu contexto, social e histórico, na linha do que o Filipe Pereira fez quando falou da Golan-Globus e Cannon.

    • ManoBeto

      Nem eu. Gostei bastante também

  • Junior Xavier

    li o titulo cantando. Take my breath awayyyyyy!!

    • Sidney Rodrigues

      To com a música na cabeça até agora de tanto ouvir na edição.

    • ManoBeto

      tá certo!

  • Felipe Dias

    Caras, digo que esse foi o primeiro episódio que não consegui ouvir todo. Esse tal de Filipe Pereira, que sujeito mala bicho!

    Uma coisa que era pra ser divertida ficou chata com ele falando cada besteira “politizada”. Eu não curto o filme, longe disso! Mas acho que fazer igual a convidada Cintia Pudim seria muito mais de bom gosto.

    Té mais.

    • Sidney Rodrigues

      Oi Felipe!
      Uma pena que não tenha gostado, mas sinceramente achei os comentários dentro da ideia do episódio e do filme.
      O filme em si é politizado e retrata uma época em que o mundo estava bem polarizado, isso é retratado em diversos momentos como tentamos demonstrar.
      Enfim, obrigado pela audiência e pelo comentário. Até o próximo!

    • Alexandre Machado

      Faço minhas as suas palavras, Felipe. O teu quase tocaio é muito chato mesmo, pedanteou
      valendo sobre o JP dizendo “ah, não, pensei que você fosse trazer algo cult” quando foi mencionado as cenas de nave de The Last Jedi. Em vários momentos quis pagar de bonzão do cinema e de ser superior desconstruído. Acho que ele nunca ouviu um Geek Zone, tava totalmente deslocado, muito esnobe. Já a Cíntia está muito bem, ótima participação.

      • Felipe Dias

        Se o monstro sagrado do podcast falou, tá falado! Kkk

        Tá sumido do FDB, não comento mas tô sempre ouvindo!

        Abçs!

        • Alexandre Machado

          Grande Felipe! To de férias, mas antes de sair gravei uns que já estão no ar, olha lá no site e mate a saudade 😀

  • Também não consegui ouvir até o final, e longe de ser fan boy! A questão é que pegaram só pessoas que odeiam o filme, consequentemente levantam 95% de pontos negativos do mesmo. É um filme cheio de defeitos como qualquer outro, porém tem muitos pontos positivos que poderiam ter sido levantados, sim ele tem.. mas pra isso, faltou ”equilibrar” a mesa. É como chamar 5 Nintendista pra um podcast de Mega Drive. Será que teríamos fatores positivos?

  • Francisco Ferreira

    Ótimo cast, tenho um amigo que adorava este filme na época da sessão da tarde, eu não entendia o que ele via de bom nesta porcaria na época. E ainda hoje não vejo, o filme ruim ontem, hoje e sempre.